(Ponto de Vista de Olivia)
Ao mergulhar da Ponte da Pedra da Lua, entreguei-me às águas geladas do Rio da Lua de Prata, que me engoliram sem piedade, arrastando-me para baixo enquanto eu permanecia imóvel, sem oferecer resistência.
Logo, o frio tomou conta de mim como um manto de clemência, suavizando a dor que me corroía, e mesmo com os pulmões queimando em súplica por respiração, ignorei cada grito silencioso.
Essa tinha sido a minha escolha. Minha libertação.
O peso do luto que me esmagava de