MADISSON
Um cemitério.
De todos os lugares possíveis, Kael Thorne me trouxe para um maldito cemitério.
Cruzei os braços, tentando ignorar o vento gelado que passava entre as árvores tortas, levantando pequenos redemoinhos de folhas secas. As lápides, alinhadas em filas quase perfeitas, cintilavam sob a luz pálida dos postes antigos. O relógio no meu pulso marcava pouco depois das sete, mas a escuridão fazia parecer muito mais tarde.
Eu deveria estar em casa. Qualquer garota normal estaria em ca