KAEL
O impacto do meu punho contra o rosto do meu primo ecoa como um estalo surdo, úmido.
O cheiro do sangue dele invade o ar antes mesmo de Dorian cair de lado, a mão subindo ao nariz.
— VOCÊ MATOU O MEU AVÔ! — eu berro, a garganta queimando. — Você afastou a minha ômega de mim! Você destruiu tudo!
Meu peito se contrai.
— EU TE ODEIO!
Meu punho lateja, aberto, sangrando, o metal do anel misturado ao sangue dele e ao meu.
Uma risada forte, quebrada, vibrando na sala.
Ele aperta o nariz, o sangu