SONHANDO
O castelo, que já foi um refúgio familiar, agora parece um labirinto envolto em sombras. A ansiedade toma conta de mim enquanto navego pelos corredores escuros, chamando o nome de Vidar em desespero silencioso. Os ecos da minha voz parecem zombar de mim, ricocheteando nas frias paredes de pedra.
Chego ao grande salão, mas ele está desprovido da presença régia que procuro. As tapeçarias penduradas nas paredes, outrora vibrantes com histórias do nosso reino, agora aparecem como espectado