Nos dias que seguiram ao beijo, Puerto Nuvem pareceu respirar por ela, ou talvez ela é que estivesse respirando por partes, um pulmão para Caio, outro para Adrian. Um para o possível. Outro para o impossível.
Caio passou a aparecer de modo suave, quase natural, como se já conhecesse os intervalos exatos em que ela precisava de silêncio ou companhia. Mandava mensagens curtas, diretas, sem cobranças. Às vezes só um “chegou bem?” ou uma foto da praia ao amanhecer. Nenhum peso ou exigência.
E isso,