O aeroporto de Farnborough estava mergulhado na escuridão e na chuva. O hangar privado que Lady Catherine arranjou era uma caverna de aço e concreto. Eu estava parada no centro da pista molhada, segurando a pasta de couro com os documentos que valiam bilhões e a carta que valia uma vida. Atrás de mim, nas sombras das vigas e contêineres, a equipe de segurança de Catherine — quatro ex-operadores do SAS — aguardava o sinal. A ordem era clara: Não atirem a menos que eu dê o comando. A prioridade é