O resultado da noite mal dormida de Eliza estava visivelmente estampado no rosto cansado dela. Embora ela tenha tentado camuflar essas marcas por meio da maquiagem, não conseguiu muito êxito: quem a olhasse de perto veria claramente que a insônia mais uma vez fora sua companheira noturna — companhia, essa, que, aliás, era constante.
Ela bem que cogitou na possibilidade de usar um óculos, escuro, para disfarçar as olheiras, mas, logo em seguida, lembrou-se que não poderia esconder as duas marcas