POV GABRIEL BLACKWOLF
Abri os olhos devagar, sentindo cada músculo do meu corpo como se tivesse sido moído por uma prensa hidráulica. A luz que invadia as janelas da mansão feriu minhas pupilas, forçando-me a piscar várias vezes contra a ardência.
Eu não estava mais no concreto frio do subsolo. Estava no meu quarto, sobre os lençóis de seda que agora pareciam estranhamente impessoais. Por um segundo, o pânico subiu pela minha garganta — o pavor visceral de que o que aconteceu ontem tivesse sido