JULIAN BLACKWOOD
Minha visão estava turva. Cada vez que eu fechava os olhos, via o rosto daquele homem, o sorriso petulante, a rosa... e a lembrança da voz de Elena, meses atrás, usando aquele mesmo nome para me ferir. Como ele sabia? A paranoia, minha velha e fiel companheira, sussurrava que não havia coincidências no nosso mundo.
— Julian, por favor... me olha — a voz de Elena era um fio de desespero. — É a Chloe. Ela usou o que eu te disse naquela noite de briga. Ela quer que a gente se des