Helena Evelyn
A água quente escorria por nossas peles enquanto Nathan me prendia contra o azulejo frio do banheiro.
Esse homem… meu Deus.
Ele é a combinação perfeita de pecado, perigo e prazer.
Estou perdida por ele.
Completamente.
Só de imaginar outra mulher tocando nele, respirando o mesmo ar que ele… meu estômago revira.
Brenda.
Só o nome já me irrita.
A lembrança daquela mulher me encarando como se eu fosse um incômodo me dá vontade de arrancar meus próprios cabelos — ou os dela.
Mas no instante em que ele se ajoelha entre minhas pernas, todos os meus pensamentos somem.
É só ele.
Só nós.
— Ah, Nathan… — gemo alto, incapaz de conter o grito quando sua língua me atinge bem onde preciso.
Ele ri contra mim, aquele riso grave e pecaminoso que arrepia cada parte do meu corpo.
Sua língua desliza, penetra, circula, morde meu clitóris com uma precisão que me destrói por dentro.
— Não… não faz isso… eu vou gozar… — imploro, sem fôlego.
— Não ainda — ele responde com a voz mais profunda e au