144- Aiko

Aiko:

Ainda próximo de mim, Domenico faz uma barreira com o seu corpo grande, escondendo-me do pessoal.

— Agora tira o sobretudo.

Olho para ele, percebendo o tom malicioso na voz e, mesmo com vergonha, tiro a peça que me escondia e a deixo no banco do seu carro.

Quando me viro, Domenico ainda está segurando a porta, olhando-me de cima a baixo. Sinto meu rosto ficar ainda mais vermelho de tanta vergonha, porque ele não está escondendo nem um pouco o olhar safado.

— Existe uma coisa que eu não go
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