144- Aiko

Aiko:

Ainda próximo de mim, Domenico faz uma barreira com o seu corpo grande, escondendo-me do pessoal.

— Agora tira o sobretudo.

Olho para ele, percebendo o tom malicioso na voz e, mesmo com vergonha, tiro a peça que me escondia e a deixo no banco do seu carro.

Quando me viro, Domenico ainda está segurando a porta, olhando-me de cima a baixo. Sinto meu rosto ficar ainda mais vermelho de tanta vergonha, porque ele não está escondendo nem um pouco o olhar safado.

— Existe uma coisa que eu não gosto — sua voz grossa faz todo o meu corpo se arrepiar. — E descobri isso com você.

— Comigo? — fico sem jeito.

— Eu não gostei de ser provocado pra depois não rolar nada.

Com vergonha, abaixo o rosto, mas Domenico toca no meu queixo para que eu continue olhando para ele.

— Eu pensei em tomar bastante cuidado — seus dedos deslizam pelo meu pescoço, causando uma série de arrepios. — Mas foi você que começou esse jogo — me assusto quando sinto uma de suas mãos apertarem meu bumbum, colando-me ao se
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