Aiko:
Ainda próximo de mim, Domenico faz uma barreira com o seu corpo grande, escondendo-me do pessoal.
— Agora tira o sobretudo.
Olho para ele, percebendo o tom malicioso na voz e, mesmo com vergonha, tiro a peça que me escondia e a deixo no banco do seu carro.
Quando me viro, Domenico ainda está segurando a porta, olhando-me de cima a baixo. Sinto meu rosto ficar ainda mais vermelho de tanta vergonha, porque ele não está escondendo nem um pouco o olhar safado.
— Existe uma coisa que eu não gosto — sua voz grossa faz todo o meu corpo se arrepiar. — E descobri isso com você.
— Comigo? — fico sem jeito.
— Eu não gostei de ser provocado pra depois não rolar nada.
Com vergonha, abaixo o rosto, mas Domenico toca no meu queixo para que eu continue olhando para ele.
— Eu pensei em tomar bastante cuidado — seus dedos deslizam pelo meu pescoço, causando uma série de arrepios. — Mas foi você que começou esse jogo — me assusto quando sinto uma de suas mãos apertarem meu bumbum, colando-me ao se