Aiko:
Ainda próximo de mim, Domenico faz uma barreira com o seu corpo grande, escondendo-me do pessoal.
— Agora tira o sobretudo.
Olho para ele, percebendo o tom malicioso na voz e, mesmo com vergonha, tiro a peça que me escondia e a deixo no banco do seu carro.
Quando me viro, Domenico ainda está segurando a porta, olhando-me de cima a baixo. Sinto meu rosto ficar ainda mais vermelho de tanta vergonha, porque ele não está escondendo nem um pouco o olhar safado.
— Existe uma coisa que eu não go