Houve alguns segundos de silêncio.
Ele imaginou o quarto dela. A porta fechada. Talvez ela andando de um lado para o outro, mordendo o lábio, pensando nas próprias palavras sobre princípios.
Quando ela respondeu, a voz estava mais controlada.
— Me dá meia hora pra me arrumar e falar com a minha mãe. Te aviso quando puder sair daí.
Pedro sentiu o sorriso se formar lentamente.
— Tá bom. Eu espero.
— Não faz mais brincadeira idiota — ela acrescentou.
— Prometo tentar.
Ela soltou um pequeno suspiro