O bar estava cheio, mas tudo parecia leve naquela noite.
A música não era alta demais, os risos não incomodavam, e o mundo parecia um pouco menos sério depois do terceiro drink. Bárbara estava gata, pronta pra matar, animada, e me fazia rir de coisas que, em outro dia, talvez nem tivessem graça.
Brindamos. Mais uma vez.
— Um brinde! Às mulheres que vão embora antes de virarem reféns!
ela disse, erguendo o copo, já falando embargado.
— E às que disfarçam o coração partido com um salt