Acabei revidando. Meu punho explodiu na cara dele e o moleque cambaleou.
— Nossa! —
soltei uma risada ácida.
— Faz tempo que não pratico uma boa noitada. Vem, moleque, vem!
Mas a Abby se enfiou entre nós, me empurrando.
— Chega!!
O moleque limpava a boca, sendo amparado pela tal da Vivi, mas eu nem vi mais nada. Só via ela.
— Eu sei que você tá puta por aquela ligação. Quer me fazer pagar. E eu mereço, eu sei. Mas eu não saio daqui sem você.
Minha voz saiu baixa, cravada na car