— No que tanto pensa?
ele perguntou, a voz rouca de sono e de desejo ainda recente.
Olhei pra ele e sorri de canto.
— Agora?
Ele acenou com a cabeça, preguiçoso.
— Em como eu ultrapassei limites que nem sabia que existiam.
— Por minha causa?
Neguei, o sorriso ainda preso nos lábios.
— Talvez... um pouco.
Ele me puxou pra perto, espalhando a mão grande na minha bunda e apertando com vontade.
— Não foi só você...
murmurou, a voz arranhada no meu ouvido.
— Eu nunca senti t