CAPÍTULO 26

— No que tanto pensa?

ele perguntou, a voz rouca de sono e de desejo ainda recente.

Olhei pra ele e sorri de canto.

— Agora?

Ele acenou com a cabeça, preguiçoso.

— Em como eu ultrapassei limites que nem sabia que existiam.

— Por minha causa?

Neguei, o sorriso ainda preso nos lábios.

— Talvez... um pouco.

Ele me puxou pra perto, espalhando a mão grande na minha bunda e apertando com vontade.

— Não foi só você...

murmurou, a voz arranhada no meu ouvido.

— Eu nunca senti tanto prazer quebrando os meus também.

Eu o beijei, devagar, como se quisesse saborear o resto do efeito que ele me causava, ou que tudo que ingerir me causava.

Não sei descrever o que estava sentindo, mas era tão intenso, forte. Dilaceral.

Depois deitei minha cabeça no peito dele, sentindo seu coração bater forte sob a minha orelha.

E me questionava se meu coração estava batendo tão forte assim também..

Só sei que Ali, naquele instante, eu soube que estava ferrada.

(...)

No dia se
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