O estalar dos corpos, o som dos gemidos, a respiração pesada enchiam o quarto.
Não havia mais certo ou errado, não havia nada além do prazer brutal que eu cravava nela.
Ela gritava meu nome.
Eu fodidamente precisava ouvir.
Aumentei o ritmo, sentindo o gozo chegando como um trovão.
Ela gozou primeiro, tremendo toda, se desfazendo em baixo de mim, senti o molhado em meus joelhos.
A cama ensopada.
E eu segui, fodendo mais forte, até derramar tudo dentro dela, marcando ela do jeito