CAPÍTULO 24

O estalar dos corpos, o som dos gemidos, a respiração pesada enchiam o quarto.

Não havia mais certo ou errado, não havia nada além do prazer brutal que eu cravava nela.

Ela gritava meu nome.

Eu fodidamente precisava ouvir.

Aumentei o ritmo, sentindo o gozo chegando como um trovão.

Ela gozou primeiro, tremendo toda, se desfazendo em baixo de mim, senti o molhado em meus joelhos.

A cama ensopada.

E eu segui, fodendo mais forte, até derramar tudo dentro dela, marcando ela do jeito mais sujo e primitivo que existia.

Ficamos ali, arfando, grudados, suados.

O cheiro de sexo saturava o ar.

Eu ainda mordia seu ombro, sem vontade de soltá-la.

Quando finalmente me afastei, ainda respirando pesado, a porra da campainha começou a tocar.

Uma vez.

Duas.

Três.

Insistente, como uma maldita sirene quebrando o feitiço.

Laura gemeu, se virando pra mim, os olhos grandes e assustados.

— Estava esperando alguém?

Disse arfando.

A campainha continuava tocando.

— Nã
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