O estalar dos corpos, o som dos gemidos, a respiração pesada enchiam o quarto.
Não havia mais certo ou errado, não havia nada além do prazer brutal que eu cravava nela.
Ela gritava meu nome.
Eu fodidamente precisava ouvir.
Aumentei o ritmo, sentindo o gozo chegando como um trovão.
Ela gozou primeiro, tremendo toda, se desfazendo em baixo de mim, senti o molhado em meus joelhos.
A cama ensopada.
E eu segui, fodendo mais forte, até derramar tudo dentro dela, marcando ela do jeito mais sujo e primitivo que existia.
Ficamos ali, arfando, grudados, suados.
O cheiro de sexo saturava o ar.
Eu ainda mordia seu ombro, sem vontade de soltá-la.
Quando finalmente me afastei, ainda respirando pesado, a porra da campainha começou a tocar.
Uma vez.
Duas.
Três.
Insistente, como uma maldita sirene quebrando o feitiço.
Laura gemeu, se virando pra mim, os olhos grandes e assustados.
— Estava esperando alguém?
Disse arfando.
A campainha continuava tocando.
— Nã