Peguei a caneta. E lancei a ela com o papel.
— Ele não precisa saber. Diga que fez um empréstimo. Pra comprar os móveis. Não vai levantar suspeitas.
Ela pegou com as duas mãos, apertando como se fosse uma chance. Ou um milagre.
— Obrigada, Vicent.
— Vai dar certo, Hanna. Por ela, tudo vai dar certo.
Ela acenou me entregando o papel com o número da conta escrito.
— Eu vou mandar o dinheiro, não se preocupe.
Ela acenou e tirou algo da bolsa, um envelope branco e arrastou até meu l