Petros segura meu olhar, um sorriso enigmático e quase imperceptível brincando em seus lábios, como se soubesse de todos os meus segredos e se divertisse com a minha impotência. É um sorriso que me gela a espinha, um lembrete constante de sua capacidade de manipulação.
Mas quem se manifesta, no entanto, é Átila, o anjo negro, com sua voz grave e sedutora que, a despeito de tudo, ainda me causa um arrepio.
— Bom dia, Sasha. — Sua saudação é formal, mas seus olhos, ah, seus olhos carregam uma in