Sasha
Pego uma taça de vinho tinto, sentindo o vidro frio contra a palma da minha mão trêmula, e me escondo estrategicamente atrás de uma pilastra de mármore próxima à mesa de bebidas. Preciso de um momento, um respiro, qualquer coisa que ajude a acalmar meus nervos que parecem prestes a entrar em curto-circuito. As vozes de duas mulheres chegam aos meus ouvidos, nítidas e carregadas de veneno, fazendo com que eu me incline ligeiramente para escutá-las sem ser vista, como uma espiã em meu própr