Mas Átila não é apenas um pesadelo, e isso é o que mais me assusta.
Meu coração bate acelerado, um tambor frenético que parece querer escapar do meu peito e denunciar a minha farsa. Tento respirar fundo, de forma ritmada, para encontrar alguma paz, mas o medo tem sido um companheiro constante, uma sombra que não me abandona. Sinto-me como uma presa acuada, esperando o movimento fatal do predador. A vulnerabilidade de estar ali, deitada, enquanto ele me observa, é insuportável, uma invasão de privacidade que me deixa nua emocionalmente. Tento convencer a mim mes