Como toda noite, abro a porta e a observo dormindo.
Átila
Dirijo pela estrada escura, o motor ronronando suavemente sob o capô. Mais um dia extenuante no trabalho, mais uma desculpa para não encarar o que me espera em casa. A escuridão da noite se alinha perfeitamente com a sombra que paira sobre meus pensamentos, uma nuvem de incerteza e frustração que parece me seguir para onde quer que eu vá. As luzes da cidade se tornam distantes, substituídas pelo vazio da estrada que se estende à minha frente, uma jornada solitária que reflete minha própri