Eu dou o braço ao meu pai. Georgina não caminha, ela saltita alegremente e vai jogando as flores do seu cestinho pelo chão de terra batida. Os nossos vizinhos sorriem encantados ao acompanhar cada passo dela, porque todos ao redor já a conhecem e nutrem um carinho enorme por essa menina tão cheia de vida. Olho ao redor e vejo rostos familiares entre as cadeiras de madeira alinhadas sob a sombra das oliveiras centenárias do sítio. Convidei alguns clientes fiéis da feira, pessoas simples que acom