A pequena Georgina está saltitante para um lado e para o outro, com os sapatinhos novos estalando no piso de madeira, correndo do espelho para a janela e olhando tudo com olhos arregalados e brilhantes de pura fascinação.
— Meu Deus, filha, sossegue! Deixa a moça arrumar o seu cabelo! — peço, rindo e tentando ajustar o tecido do meu vestido enquanto a cabeleireira tenta, em vão, alinhar as mechas encaracoladas da minha pequena.
— Mamãe, é hoje que você vai casar com o papai? — ela pergunta, da