Eu olho para Giorgio, que ainda rindo, e tenta disfarçar o rosto vermelho de vergonha diante de toda a nossa gente, e me viro para a nossa filha ajustando a postura e colocando as mãos na cintura.
— Como é essa história, Georgina? — pergunto, tentando inútilmente segurar o riso que quer escapar a todo custo do meu peito. — Que conversa com o papai do céu é essa, minha filha?
Georgina, sem demonstrar a menor timidez diante da multidão de convidados, dá um passo à frente com uma solenidade adoráv