Os dias seguintes não chegam com alarde, eles simplesmente se instalam, um depois do outro, como se aquela casa tivesse decidido me testar em silêncio antes de me aceitar por completo.
Acordo cedo demais no primeiro dia por puro hábito, mesmo sem despertador, e fico alguns minutos deitada na cama nova, ouvindo sons que ainda não reconheço direito, passos distantes, o canto baixo de algum pássaro no jardim, o murmúrio da casa acordando sem pressa. A suíte é grande demais para quem passou meses d