Ponto de Vista de Matilde
Eu estava sem fôlego. Ele não parou, nem mesmo até eu ter sentido o auge do meu prazer. Seus olhos estavam em chamas e eu senti um leve constrangimento por deixar meu próprio desejo me dominar. Quando ele estava por perto, eu perdia o controle. Especialmente agora que ele havia removido a mão e colocado os dedos na boca.
Eu não conseguia respirar; ele me provava com uma fome estampada nos olhos.
— Diogo... — Eu suspiro, chocada, ainda tentando recuperar uma respiração