Ela sabia porque a chamei. Anabel era uma vampira que eu mesmo treinei no sexo, portanto fazia o que eu queria para me satisfazer, e eu a agraciava com o titulo de namorada, mas sabia que não era a única a me dar prazer.
— Venha aqui. — Ordenei, e ela obedeceu sem hesitar.
O vento continuava inclemente, e eu a segurei contra mim. Segurei seu queixo com força e senti o tremor que percorreu seu corpo gostoso e firme. O medo e desejo me excitavam, ambos misturados. Não era a primeira vez que recorria a ela para subjugar Palius. Anabel achava que era mais uma de nossas transas selvagens no meio da floresta, onde eu a faria gritar delirantemente de um prazer voraz.
Mas eu não buscava só prazer. Precisava também de antídoto.
O Absinto.
Ela não sabia que era apenas um recipiente para mim. E eu não me importava se um dia soubesse. Seu espectro se eriçou, mas a minha presença facilmente a sobrepujou.
Puxei-a sem qualquer gentileza, e a levei até a clareira no coração da floresta, como um rai