Se alguém me dissesse, há algumas semanas, que eu estaria caminhando pelos corredores silenciosos da Torre dos Magos com o estômago revirado e os pulmões apertados, eu teria rido.
O Clube de Astrologia sempre foi meu lugar favorito, meu refúgio. E, no entanto, ali estava eu, com o coração pesado como meteorito e um desejo absurdo de simplesmente voltar para a cama e puxar o cobertor sobre a cabeça.
Mas eu precisava estar ali.
Não porque eu queria, mas porque, se falhasse em mais uma aula, mais