Elizabeth
O silêncio da Rua 4 era opressor, mas o peso do olhar que eu sentia sobre mim era ainda pior. Eu estava parada ao lado do meu carro, a mão apertando o fecho do meu relógio, o protocolo de segurança latejando em minha mente como um lembrete de que eu ainda tinha uma saída. Mas eu não queria sair. Eu queria que o abismo me olhasse de volta.
Eu não o ouvi chegar. Ele era, de fato, um fantasma.
Senti o calor de um corpo sólido colidindo com as minhas costas antes mesmo de perceber