**Maria Silva**
“Não eu não ia dizer nada, Maria,” ele foi um tanto seco.
Eu não queria pressioná-lo a dizer algo que ambos pudéssemos nos arrepender. A noite estava esfriando, e tudo o que eu precisava naquele momento era me afastar, recolher-me para tentar entender o que estava acontecendo. Bruno insistiu, mas eu não tinha mais forças para prolongar aquela conversa. O nó que se formava em minha garganta parecia me sufocar. Não podia me apaixonar por ele e nem ter esperanças.
"Vamos entrar", f