Eloise olhou para ela primeiro, depois para mim, numa checagem rápida que denunciava certa insegurança sobre qual seria a minha reação. O problema é que eu mesmo não sabia qual deveria ser.
— Querida, hoje é seu aniversário. Você não precisa fazer nada. Não quer se sentar com a Dona Cris e esperar só um pouquinho?
— Não, tia Eloise. — Amelie balançou a cabeça. — Eu quero ajudar.
Eloise hesitou por um instante, tornou a me olhar e depois suspirou, rendendo-se com um sorriso gentil.
— Tudo bem