ISABELLA VERMONT
Abro os olhos e a única coisa que eu vejo é a pouca claridade da lua que entra pelo buraco no telhado. Estou deitada no colchão sujo, uma das minhas mãos está em minha barriga, que não para de doer, aumentando a minha preocupação. Sinto o meu corpo frio e continuo oscilando entre consciência e inconsciência, e as alucinações vêm de tempos em tempos. A cada pontada que sinto na barriga, solto um clamor silencioso para que me encontrem a tempo, para que consigam salvar a minha be