Às vinte para as oito, Isabella Vermont dirigiu-se à portaria do One Batel, o coração acelerado como um relógio descompassado, anunciando-se com voz firme, mas trêmula, explicando que Eliot Lessan a aguardava. O funcionário da portaria, envolto pelo ar fresco e úmido da manhã curitibana que infiltrava o saguão amplo, com pisos de mármore reluzindo sob a luz dourada do sol nascente filtrada pelas vidraças imensas, interfonou para o apartamento, o som agudo do aparelho cortando o zumbido distante