Durval nos esperava na porta segurando o seu quepe e nos olhava emocionado. Ele era mais um que estava ali há muitos anos e amava o patrãozinho.
Ele nos abriu a porta do carro com satisfação, se curvando com elegância.
— Obrigado! — Victor agradeceu com estranheza.
Eu sorri, pois eu entendi a sua mensagem. Ele nos queria juntos, ao contrário de Diana. Essa parecia não querer Victor com ninguém, a não ser por conveniência, como se eu pudesse ser um robô. Lindo do jeito