Thomas era muito simpático e galante, mesmo vestido no seu costumeiro jeans surrado.
Ele beijou a minha mão e também encostou no aparato de madeira que se apoiava naquele pedaço de cerca.
Ficamos os três, contemplando a soja majestosa que se curvava com o vento, à nossa frente.
— Está quase boa para colheita!— Thomas disse passando o dorso da mão para tirar o suor da testa.
Ele descansou o chapéu na cerca e continuou a prosa:
— Preciso conferir o maquinário para quando tiver que usar, está