Há uma coisa que aprendi nos dezoito anos que levo a gerir pessoas, negócios, e situações que a maioria dos homens preferia não ter de gerir: o problema que não é nomeado é o problema que cresce.
Nomeio os problemas. Sempre. É uma prática que me custou relações, custou negociações, custou o desconforto de dizer em voz alta o que seria mais conveniente deixar por dizer. Mas funciona. Nomear um problema é reduzi-lo a dimensões manejáveis. É tirá-lo do espaço difuso onde se expande sem limite e c