No vilarejo onde ninguém fazia perguntas, Helena deixou de existir. Ali, ela era apenas Tina.
Tina tinha cabelo loiro curto, sotaque adaptado e uma história simples: tinha vindo de longe, precisava trabalhar, era boa com idosos.
E isso… era verdade.
Quase na metade do segundo ano de medicina, Tina sabia ouvir um coração, trocar um curativo, reconhecer uma febre antes que alguém percebesse. Ela não precisava fingir quando cuidava. Aquela parte dela sempre foi real.
E então a primeira porta se ab