Se alguém tivesse me dito, cinco anos atrás, que eu terminaria dividindo a vida com um italiano teimoso, milionário, um filho que falava três idiomas ao mesmo tempo e uma startup que sobreviveu a investigações, ameaças e manchetes duvidosas, eu teria recomendado terapia para essa pessoa. Ou uma boa noite de sono. Talvez os dois. Mas ali estava eu. Numa terça-feira comum e, pela primeira vez em muito tempo, comum parecia exatamente o que eu sempre procurei.
O escritório da Bellini-Costa Ambiental