Céline acordou com a sensação de que algo estava errado.
Não foi um som, nem um grito, nem qualquer sinal externo. Foi a ausência. O espaço ao seu lado estava vazio, frio demais para alguém que havia estado ali minutos antes. Ela se sentou na cama de imediato, o coração acelerado, os sentidos em alerta.
— Auren… — chamou, em voz baixa.
Nenhuma resposta.
Ela se levantou rápido, vestindo-se sem pensar, e saiu para o corredor. O castelo ainda despertava, mas havia uma tensão estranha no ar, como s