O silêncio que se seguiu foi quase religioso. Nenhum vento atravessava as frestas do castelo, nenhuma chama ousava estalar. Apenas o som distante das respirações — uma, pesada e contida; outra, compassada e arrogante.
Auren e Draven se observavam no centro do grande salão, dois titãs de carne e raiva, irmãos forjados no mesmo sangue e agora divididos por ideais que o tempo transformara em feridas.
Draven deu um passo à frente. As sombras dançaram sobre a pele prateada de sua forma lycan, e o so