Maytê não dormiu, tentou, de verdade. Mas cada vez que fechava os olhos, voltava para a varanda do hotel. Para o olhar de Gustavo, para a forma como ele tinha dito:
— Não estava.
Duas palavras, só duas e ainda assim suficientes para destruir completamente sua paz.
Porque ela sabia o que aquilo significava ou pelo menos tinha medo de saber e esse era exatamente o problema.
Os dias seguintes foram estranhos, não ruins, não desconfortáveis. Apenas diferentes. Como se os dois estivessem caminhando