A primeira noite foi ruim, a segunda foi pior. Na terceira, Gustavo simplesmente desistiu de tentar dormir.
Às 3h47 da manhã, ele estava sentado na varanda da cobertura, uma xícara de café nas mãos e os olhos fixos na cidade iluminada.
A cidade dormia, ele não.
Já fazia quatro noites desde que Maytê tinha ido embora, quatro noites desde que a cobertura se transformara em um lugar estranho.
Ele estava cansado, exausto. Mas, toda vez que fechava os olhos, a via.
O sorriso, a risada, as pequenas m