Zara Moraes
Zara acordou com silêncio.
Não o silêncio tranquilo de uma manhã comum.
Era um silêncio pesado.
Estranho.
Quase sufocante.
Por alguns segundos, fico imóvel na cama, observando o teto de madeira escura enquanto tentava organizar os meus pensamentos.
A lareira havia se apagado durante a madrugada.
E Alexandre Montenegro ocupava sua mente de forma irritante.
Ela fechou os olhos com força.
Aquilo precisava parar.
Precisava lembrar quem ele era.
Um homem perigos