Capítulo 37
Alana entrou na sala e, assim que fechou a porta atrás de si, soltou o ar que nem percebia estar prendendo. O peito subia e descia rapidamente, como se tivesse acabado de correr uma maratona.
Caminhou até a janela, passou a mão pelo rosto e mordeu o canto do lábio, sentindo o nó na garganta apertar ainda mais. Tudo parecia desabar dentro dela, mas precisava manter o controle. Não ali. Não agora.
Sem pensar duas vezes, desviou para a porta lateral do banheiro privativo. Entrou, fecho