EROS
As palavras da Paola e do meu pai são como um soco no estômago, mas ao mesmo tempo, trouxeram uma clareza do quanto eu estou fazendo mal a Chiara.
A respiração me falta, eu saio do quarto sem responder a nenhum dos questionamentos e vou até um jardim que vi na lateral do hospital quando cheguei.
Nunca senti algo assim, minha visão está turva, meus pés e mãos estão formigando, um nó se forma na minha garganta, uma angústia que eu não lembro de ter sentido.
Me sento em um banco e me permito