Camelia parou para olhar com curiosidade para os seus seguranças. Havia algo naquele dia que a deixava desconcertada. Eles sempre a tratavam com respeito e carinho, mas ela podia ver que estavam muito incomodados, apesar de tentarem se controlar.
—Já lhe disse que ela está bem e que os pais adotivos não fazem nada contra ela —interveio Ernesto, apoiando o colega—. Coloquei um segurança disfarçado de jardineiro, que diz que ela mal para em casa, que foge o tempo todo, e que eles não fazem nada.