O telefone tocou no início da manhã, quando a luz ainda era suave e o silêncio da casa parecia prolongar a paz da noite anterior. Yvy observava o vapor subir de sua xícara quando atendeu, sem esperar por nada além de assuntos comuns da matilha.
— Alô?
Houve um pequeno silêncio. Não desconfortável… apenas carregado de algo não dito.
— Yvy… sou eu.
O coração dela reconheceu antes da mente.
— Josh…
Aquele nome não doeu. Não como antes. Soou como uma memória viva, mas serena.
— Eu precisava ligar —