Davi ainda permanecia sobre ela, pesado como era.
Ao perceber que o homem não se movia, Nicole se encontrava cada vez mais ofegante, com crescente dificuldade para respirar.
Elevou, então, sua pequena mão, fraca, tentando empurrar os ombros dele:
- Davi, me solta, por favor.
Os olhos escuros de Davi a encaravam intensamente, e sua expressão alternava da surpresa inicial para um frio gradual.
Os lábios finos comprimidos, uma frieza invisível parecia se acumular ao redor, como se uma tempestade