— Irmão, eu quero ir para casa. — O peito ainda doía, e a voz de Nicole era suave.
Rafael respondeu rapidamente:
— Este lugar também é sua casa.
— Eu quero voltar para a Mansão Amorim, ainda tenho algumas questões para resolver. — Ao ver o olhar ligeiramente desolado de Rafael, Nicole acrescentou. — Não é que eu não queira ficar aqui, mas realmente tenho coisas pendentes.
— Eu entendo. — Rafael estava pálido, seus olhos caídos pareciam envelhecer anos em instantes. — Nicole, não tenha medo, papa