alguns minutos depois...
―Venha Eduardo, pode entrar.
Entrei na sala de interrogatório, sentei na cadeira fria e cinzenta e logo trouxeram Joaquim.
―Ah, você!? O que quer?
Ele me diz com desdenho revirando os olhos,
―Como você pode? Eu não consigo entender.
―Não começa vai, não estou com saco pra isso.
―Desde o começo foi mentira? Você era meu irmão Joaquim,
―Não, eu não era. Eu era apenas seu empregado.
―Não. Não mesmo, você está errado. Eu o tratei como um amigo, como meu irmão, e eu tenho co